Powered By Blogger

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O Credo das Bruxas


Ouça agora a palavra das Bruxas, os segredos que na noite escondemos,
Quando a obscuridade era caminho e destino, e que agora à luz nós trazemos.
Conhecendo a essência profunda, dos mistérios da Água e do Fogo,
E da Terra e do Ar que circunda,

Manteve silêncio o nosso povo.

O eterno renascimento da Natureza, a passagem do Inverno e da Primavera,
Compartilhamos com o Universo da vida, que num Círculo Mágico se alegra.
Quatro vezes por ano somos vistas, no retorno dos grandes Sabbaths,
No antigo Halloween e em Beltane, ou dançando em Imbolc e Lammas.

Dia e noite em tempo iguais vão estar, ou o Sol bem mais perto ou longe de nós,
Quando, mais uma vez,
Bruxas a festejar, Ostara, Mabon,
Litha ou Yule saudar.

Treze Luas de prata cada ano tem, e treze são os Covens também,
Treze vezes dançar nos Esbaths com alegria, para saudar a cada precioso ano e dia.
De um século à outro persiste o poder,
Que através das eras tem sido levado,

Transmitido sempre entre homem e mulher, desde o princípio de todo o passado.
Quando o círculo mágico for desenhado, do poder conferido a algum instrumento.
Seu compasso será a união entre os mundos, na terra das sombras daquele momento.

O mundo comum não deve saber, e o mundo do além também não dirá,
Que o maior dos Deuses se faz conhecer, e a grande Magia ali se realizará.

Na Natureza, são dois os poderes, com formas e forças sagradas,
Nesse templo, são dois os pilares, que protegem e guardam a entrada.

E fazer o que queres será o desafio, como amar a um amor que a ninguém vá magoar,
Essa única regra seguimos à fio, para a Magia dos antigos se manifestar.

Oito palavras o credo das Bruxas enseja:

SEM PREJUDICAR A NINGUÉM, FAÇA O QUE VOCÊ DESEJA!



domingo, 6 de novembro de 2011

A Roda do ano





A Roda do Ano é o que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas e que era um tanto quanto diferente da atual. Eles não viam o tempo de forma linear, mas circular, cíclico. Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar. Originários da tradição celta, os Sabbats ocorrem oito vezes ao ano, levando-se em conta a posição da Terra com relação ao Sol: Equinócios e Solstícios. Nessas ocasiões, na Wicca, são homenageadas duas divindades: a Deusa Mãe, ou simplesmente a "Deusa", que simboliza a própria terra, e o Deus Cornífero, O Gamo Rei, protetor dos animais, dos rebanhos e da vida selvagem.

No dia primeiro de maio celebramos, no hemisfério sul, o Tempo dos Idos (Samhain para a tradição celta) e assim completamos a Roda. A analogia com o fim de ano é inescapável, mas acaba por perverter o verdadeiro significado da Roda. Aliás, a própria expressão “Roda do Ano” já é uma carona em um conceito que não deveria ser evocado. Vejamos o por quê.
O conceito da Roda está estritamente vinculado à concepção de um tempo cíclico, um eterno recomeçar. Já deve ter ouvido isso, mas, desta vez, não se apresse, atente para o que quer dizer o verbo recomeçar, trata-se mesmo de um começar novamente, não de um “terminar um para começar outro”. Observamos e queremos observar novamente as mesmas estações, os mesmos solstícios e equinócios, os mesmos sabates, os mesmos florecer e perecer dia após dia, repetindo o eterno ciclo.
O ano, ao contrário, calca-se no conceito de tempo linear. É tomada uma referência no tempo e se conta um ano, mais um ano, mais um ano, e o tempo se acumula, e jamais retorna. Assim o fazem os cristãos, os judeus e os muçulmanos, para citar as religiões com maior número de adeptos no ocidente, representando o meio em que fomos criados e, portanto, as tradições das quais tendemos a absorver conceitos mais fácil e sutilmente.
Como, entretanto, um ano gregoriano coincide com o período de uma volta completa da Terra ao redor do Sol, e esta inter-relação Terra-Sol é o que determina as estações, o número de dias de um ano é equivalente ao número de dias de uma Roda.
Será?
Não. Todos se esquecem de contar o período de interstício. A Roda termina na noite do dia trinta de abril, e só recomeça na noite do dia dois de maio. Durante este período de três dias os véus entre mortos e vivos se levantam justamente por estarmos fora do tempo, em conseqüência, fora do espaço, fora da Roda, num limbo entre universos paralelos.
Você pode não acreditar nisto em absoluto, e ignorar o período de interstício; pode acreditar e querer escapar de encontros desagradáveis, como ocorria com os antigos profanos, que esculpiam seus nabos (posteriormente substituídos por abóboras) e neles colocavam velas acesas, para projetarem bocas e olhos monstruosos que afugentassem os espíritos que estivessem vagando; pode ainda desacreditar, querer ver e não conseguir ou acreditar, querer ver e conseguir, mas quer ocorra a comunicação entre diferentes planos durante o interstício, ele faz parte do conceito de Roda que chegou até nós, e denuncia que ano e roda não coincidem nem mesmo em número de dias.
Ora, dirão alguns, o que importam três dias diante de trezentos e sessenta e cinco ou trezentos e sessenta e quatro? Os solstícios e equinócios são marcados pela posição do Sol em relação à região da Terra onde se comemora o sabate, e são estes eventos astronômicos que causam a passagem das estações e, por sua vez, a passagem das estações que causa o ciclo.
Muito bem, esqueça o interstício, se assim o desejar, mas se prestar atenção em todos os argumentos apresentados no parágrafo acima notará que no ano seguinte não haverá um novo solstício, mas o mesmo solstício, não será um novo fenômeno, um novo fato, mas a repetição do mesmo fato. O mesmo vale para os equinócios, sendo um solstício e um equinócio com tendência de dias maiores e outro solstício e equinócio com tendência de dias menores. Sempre as mesmas posições relativas, sempre os mesmos fenômenos repetidos eternamente. Então, meu caro amante de astronomia, por que acrescentaríamos um ano sobre outro se anos forem apenas registros de voltas em torno do Sol?
Não, o ano cristão, aquele tomado como referência comum, não é nada além de um aniversário, e nada tem a ver com os ciclos do Sol ou da Lua em relação à Terra, como se costuma pensar a respeito dos calendários gregoriano e juliano, respectivamente. O cristianismo, o judaísmo, o islamismo, todas estas religiões, tiveram um início e, à guisa de contagem do tempo, comemoram aniversários de eventos que lhe são caros ano após ano, representando em suas cifras a idade de suas crenças.
O que nós temos a ver com isso?
Alguns pagãos chegaram a sugerir que acrescentássemos vinte mil anos à data cristã e apresentássemos nossa própria contagem, como indicação das origens e da idade de nossa própria crença. Seria justo se nos preocupássemos com o decorrer dos anos, mas o que queremos é que as estações continuem se sucedendo, ano após ano, que a Roda, a mesma velha e antiga Roda, continue girando. E isto, considerando o que vem acontecendo com o clima global em decorrência do insaciável materialismo e profundo antropocentrismo da civilização atual, não é querer pouco...
Ao invés de novas conquistas e mais acúmulo, desejo aos colegas de caldeirão um feliz recomeço no Tempo dos Idos.

Oldreligion.com.br

 pt.wikipedia.org/wiki/Roda_do_Ano


                  Pintura da Roda do Ano no Museu de Bruxaria


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ser uma bruxa...


Olha que difícil! Assumir essa condição, mesmo que nos tempos atuais ainda é bem difícil, ainda tenho muito cuidado em afirmar e confirmar, mas não é por vergonha não! Ainda sinto arrepios em minha pele, quando percebo próximo a possibilidade de qualquer tipo de preconceito e prefiro assim...ficar no escuro dos que ignoram minha escolha, minha verdade...Verdade essa, que com certeza, já faz parte de minha vida há muito tempo, há séculos!

Já li em algum lugar um texto muito bonito sobre ser bruxa...falam sobre a integração com a natureza, os animais, a visão diferente da vida, que olha o mundo por outro ângulo...Lindo! Mas sempre que leio esse tipo de texto me pergunto: Bruxas são perfeitas? Eu sou só isso? Sou assim?

Então resolvi colocar isso tudo em palavras, assumir certas coisas, que nem sempre as pessoas gostam de assumir, sendo bruxas ou não...mas sob esse aspecto, ser bruxa, que vou falar.

Ser bruxa é ter dúvidas;
é ficar insegura e com medo,
É se sentir sozinha quando você tem que tomar uma decisão!

Ser bruxa é também não saber qual caminho seguir,
É colocar a prova todos seus poderes pessoais.
é ter receio de errar, e principalmente de errar com os outros, mas por causa de você mesma e das consequências que isso acarreta...

Ser bruxa é olhar a natureza e notar que tudo que está fora, também está dentro e ter medo disso
e ter medo do que fazer com isso!

Ser bruxa é ter preguiça de fazer aquele ritual
e principalmente de fazê-lo de forma errada ou incompleta, por causa disso!

Ser bruxa não é ser o máximo!
Não é ser dona da verdade!
Uma bruxa não domina a natureza, mas deve dominar a natureza dentro dela!

Eu sou um bocado dos textos lindos e fofos que qualquer um encontra na internet,
mas também sou tudo isso que descrevi aqui...

Que bom! Eu sei que sou perfeita, mas vejo isso, principalmente, através das minhas imperfeições e adoroooo!

Mas independente do certo ou errado, bom ou do ruim, eu sou uma Bruxa sim!


Ufffa! Falei...Hááá

Mayra








terça-feira, 26 de abril de 2011

Novos tempos, novas possibilidades...



É muito difícil pra uma canceriana, passar por momentos de instabilidade...mas cancerianas são fortes!
É muito difícil pra uma canceriana viver debaixo de incertezas...mas cancerianas são seguras do que querem!
É muito difícil pra uma canceriana não saber do amanhã, não planejar...mas canceiranas são talentosas!
É muito difícil pra uma canceriana ter seu coração ferido...mas cancerianas amam pra valer!
É muito difícil pra uma canceriana superar a ansiedade...mas cancerianas se superam todo o tempo!

Vou conseguir se forte, segura, talentosa, amorosa e superar tudo isso e assim passar por esse momento difícil sem perder tempo com choramingos...porque com a instabilidade eu sei lidar e muito bem!

Mayra

sexta-feira, 15 de abril de 2011


www.acidezfeminina.com.br

Fiz isso por mim, essa semana! =)

Mulher consegue na justiça o direito de se masturbar no trabalho

Encontrei essa notícia e acho que merece ser postada aqui no meu blog pra reflexão de todos...É sério, mas não deixa de ser interessante...kkk


"Ana Catarina Bezerra Silvares, 36 anos, divorciada, mãe de 3 filhos, analista contábil, possui uma doença que a difere das demais mulheres de seu ambiente de trabalho. Ela possui compulsão orgástica que é fruto de uma alteração química em seu córtex cerebral. Esta alteração a leva a uma constante busca por orgasmos que aliviem sua ansiedade.
Ana Catarina revela que ‘já teve dia de eu me masturbar 47 vezes. Foi neste momento que procurei ajuda. Comecei a suspeitar que isso poderia não ser normal”. Atualmente ela toma um coquetel de ansiolíticos que consegue frear a ansiedade, levando-a a se masturbar apenas 18 vezes por dia.
O Dr. Carlos Howert Jr., especialista em Neurologia Sexual acompanha a paciente há três anos. Segundo seu relato, ela é a única brasileira diagnosticada com esta disfunção. Para ele “provavelmente devem haver muitas outras mulheres sofrendo do mesmo mal, mas a dificuldade de assumir leva a muitas a se acabarem na ‘siririca’”.
No dia 08/04/11 Ana Catarina venceu uma batalha jurídica que perdurava dois anos. Finalmente o Ministério do Trabalho a concedeu o direito de intervalos de 15 minutos a cada duas horas trabalhadas para que possa realizar sua busca por prazer. Também está autorizada pelo Dr. Antonino Jurenski Garcia, Juíz do trabalho de Vila Velha, Espírito Santo, a utilizar o computador da empresa para acessar imagens eróticas que alimentem seu desejo.
Isto que chamo de ter prazer com o trabalho…"

www.tramadopormulheres.com.br
Por Fábio Flores