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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

QUANDO A BOCA CALA... O CORPO FALA!!!



Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção! ...



LIBERTE-SE, FALE, EXPRESSE, CHORE, GRITE... MAS SEJA FELIZ!!

Mistérios Lunares


Oi...Eu li esse texto em um blog de uma pessoa querida e resolvi compartilhar com vocês. Gosto muito da maneira livre e honesta com que a autora descreve suas opiniões e sentimentos, fazendo um relato que vale a pena ler e refletir. Ela me faz pensar e avaliar todo um comportamento de maneira clara e objetiva. Adorei!


"A lua e a mulher sempre foram associadas. Não é difícil notar porque, já que o ciclo menstrual da mulher é de 28 dias, assim como o ciclo da Lua.
Por esse motivo, acredita-se que para os antigos, a mulher detinha o poder da criação, da morte e do renascimento, ela era regente de tudo que era mutável, transitório.

Pretendo vasculhar um pouco o campo da História para localizar essas afirmações no tempo, mas por hora vamos nos ater ao assunto desse artigo.

Pois bem, em razão de toda essa associação, a lua era e é, para nós, o símbolo da mulher. A mulher e sua "estranha" essência tantas vezes vista e expressada pelas mãos de artistas. Só um artista mesmo para falar dos segredos de uma mulher, essa lua tão adversa!

Desde o poema da maravilhosa Cecília, até a Mulher de Fases, cantada pelo extinto Raimundos, temos tentando compreender essa essência.

Nós mulheres, tão ocupadas com o dia-a-dia, corre-corre, deixamos esquecido no fundo de alguma gaveta empoeirada esse tesouro, o tesouro de ser mulher.

Eles, os homens, enxergam a transitoriedade da mulher como esquisito, por vezes temeroso, algo que não deveria ser como é.

Sem falar da menstruação, "sangue sujo" do qual o homem sente nojo, mas esquece que não fossem os ciclos de suas mães, eles não estariam pisando a Terra.
Acho triste falar na perda que, nós mulheres, tivemos quando do distanciamento dos ritos envolvendo a menarca e a menopausa (temas tratados na primeira parte do bate-papo).

Acho triste, mas nem por isso deixarei de mencionar.

Já ouvi e li uma série de textos falando sobre a culpa do patriarcado, do cristianismo, dos homens. Todos eles como grandes carrascos malévolos que acabaram com as pobres mulheres indefesas e tão boazinhas.

Confesso que até cheguei a acreditar nisso, afinal, é muito cômodo arrumar um culpado pelas nossas desgraças.

No entanto, não estamos diante de uma novela, mas diante da vida. Não somos personagens descartáveis criados por novelistas medíocres.

Somos seres tão complexos, culpados e inocentes de tanta coisa, vilões e heróis de nós mesmos tantas e tantas vezes...

Como dizer que o homem é culpado pelo afastamento da mulher e seus ciclos, se ouço da boca de mulheres, na maioria das vezes, as reclamações e demonstrações de nojo de sua menstruação?
Idéia incutida?

Também não descarto de todo. Mas o que desejo é abrir um pouco a mente das mulheres, para que essas abram as mentes de seus pares e, em noites de lua adversa, o consorte não vire para o lado e durma enquanto a mulher se revira na cama com sede e sem coragem de se entregar por causa do sangue entre suas pernas.

Sabemos que muita neurose, a tão falada e polêmica TPM foram "presentes" dados por anos e anos de desequilíbrio, vêm de uma grande mentira que nos foi contada, vêm do desequilíbrio entre os pólos feminino e masculino. Creio ser possível mudar esse quadro.

Homem, permita-se mudar, abrir a mente e enxergar o que são as "fases tão problemáticas" da mulher.

Mulher, comece com você mesma, observe-se. Chega de comentários do tipo: "ser mulher é horrível", "mulher dá à luz", "mulher fica menstruada", "mulher não goza", "na outra vida quero ser homem".

O primeiro passo para uma conexão com a Deusa e a plenitude feminina é mudarmos nossa forma de pensar.

Se não nos libertarmos do preconceito que envolve a mulher, e claro, a menstruação, não ocorrerá conexão com a Deusa.

O segundo passo consiste numa análise de seu ciclo.Comece anotando os dias em que ocorre a sua menstruação.

Anote em um caderno os seus sentimentos, sonhos, sensações que antecederam o dia da menstruação e também durante o período menstrual.

Interessante notar que, mulheres no período menstrual têm maior tendência a sonhar com flores vermelhas e animais. Já no período de ovulação, a tendência é de sonhar com pérolas, ovos e jóias.

Li isso num livro uma vez e acabei por constatar que ocorria o mesmo comigo.

Preste atenção ao contexto em que eles aparecem e tente fazer uma interpretação.

Interessante também é o conceito de espécies de ciclo, vejam:

Ciclo da Lua Branca: ocorre quando a menstruação acontece na Lua Nova e a ovulação acontece na Lua Cheia.Essas mulheres possuem melhores condições para expressar sua criatividade por meio da procriação. Fica claro, pois a Lua Cheia é a Lua Mãe e a mulher está no seu auge de fertilidade nessa fase também.Mulheres deste ciclo são chamadas de "boa mãe".Portanto, camisinha!

Ciclo da Lua Vermelha: Ocorre quando a menstruação acontece na lua cheia e a ovulação acontece na Lua Nova.Essas mulheres possuem a oportunidade de conhecimento interno. É a bruxa plena, a buscadora, aquela que sabe usar sua energia sexual não só para meios procriativos.

Ambos os ciclos são expressões da energia feminina, fazem parte da mulher e cada uma de nós oscila entre esses dois ciclos de acordo com as fases de nossas vidas.
Quando há essa oscilação, geralmente nos encontramos numa fase um pouco conturbada. Essa fase de transição pode até ser marcada com "problemas" conhecidos como sintomas de TPM.

Um outro exercício até bem simples consiste na observação das fases lunares.
Note as alterações em seu humor, levando em conta o período menstrual, a ovulação.
Tenha as fases como um instrumento a se trabalhar, afinal, como já dissemos, Lua, Sangue e Mulher sempre estiveram associados. Em várias línguas as palavras menstruação e Lua são as mesmas ou estão relacionadas. Notem que "mens" significa "Lua".

Na verdade, quando criamos o hábito de analisar os ciclos, nos aprofundamos com a nossa essência mutável e, conseqüentemente, a conexão com a nossa parte feminina e, claro, com a Deusa, torna-se mais forte.

A partir disso, nossa intuição se aguça, nosso poder pessoal torna-se mais forte, nosso emocional fica mais equilibrado.

Podem apostar nisso.

Comecem a prestar atenção em pequenos detalhes, anotem emoções, sensações, analise. Vocês verão o quanto isso fará bem."

Alguns livros interessantes sobre o tema:

A Grande Mãe - Erich Neumann
As Deusas e a Mulher - Jean Shinoda Bolen
Os Mistérios da Mulher - M. Esther Harding
A Deusa - Teresa Moorey
O Livro Mágico da Lua - D.J. Conway
O Anuário da Grande Mãe - Mirella Faur 
Créditos: Lua Serena e http://universoecofeminino.blogspot.com/

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A solidão amiga...será??



“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.!“

Carlos Drummond de Andrade

A montanha da vida


A vida de cada um de nós pode ser comparada à conquista de uma montanha. Assim como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.


Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.


No momento da escalada, o início parece ser fácil. Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.


Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.


À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas…


É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados, são do tamanho daquelas casinhas.


Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.


É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos.


Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.


Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.


Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento.


Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.


Se escorregamos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Se caímos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.


Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.


Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.

Mentalize cores, estimule os chakras



Muitas são as maneiras de equilibrar os chakras – pontos energéticos posicionados ao longo do corpo – e, assim, conquistar mais disposição no dia a dia. Aqui, você descobre como fazer isso de um jeito bem eficiente e divertido: mentalizando cores!

Cada chakra possui uma cor diferente. O centro básico se associa à cor vermelha ou escarlate; o sacral, à alaranjada; o umbilical, à amarela; o cardíaco, à verde; o laríngeo, à azul; o frontal, à índigo; e o coronal, à violeta. Visualizando a cor específica de cada centro, você experimenta de outro modo a energia de seus chakras. Acompanhe agora um passo a passo de como ativar estes centros energéticos por meio das cores.   
:ANTES DE COMEÇAR
- Fique em um cômodo tranqüilo e bem iluminado
- Sente-se confortavelmente numa cadeira de espaldar reto, com os pés bem assentados no chão e separados alguns centímetros. É melhor tirar os sapatos e as meias; se usar óculos, tire-os também.
- Você pode deitar-se se for mais confortável pra você.Caso escolha essa posição, deixe os braços ao longo do seu corpo. relaxadamente.
- Pouse as mãos nas pernas, se estiver sentado. Pode fechar os olhos se quiser.
- Respire naturalmente várias vezes, pelo nariz, até sentir-se relaxado.
- Procure seguir as etapas de cada centro energético até completar o exercício.

Colorindo o centro básico

- Visualize a primeira cor. Ao expirar, imagine-se exalando a cor vermelha ou escarlate.Concentre a atenção no centro básico, que fica na virilha, perto do períneo. Envolva nesta cor a parte inferior do seu corpo, da virilha aos pés.
- Toda vez que você expirar, finja que é uma tinta spray pintando seu centro básico de vermelho. Sinta o calor dessa cor viva.
- desse modo, respire a cor no centro básico durante um minuto, então, pare.

Colorindo o centro sacral

- Agora suba a coluna e volte a atenção para o segundo centro energético. Ele se localiza na região do osso púbico, ou cerca de 7 cm abaixo do umbigo.
- Visualize a cor laranja na região do osso púbico.
- Procure envolver nela tanto a parte anterior do corpo quanto a posterior, como se essa região estivesse enrolada com uma faixa alaranjada.
- Toda vez que você expirar, exale o alaranjado nesse centro energético. Sinta o calor dessa cor viva.
- Assim, respire a cor no centro sacral durante um minuto, depois relaxe.
 

Colorindo o centro umbilical

- Localize o terceiro centro energético no umbigo. Trata-se do chamado chakra esplênico, que ocupa a região que vai da base do esterno até o umbigo. Concentre a atenção nessa parte do corpo ao mesmo tempo que procura visualizar a cor amerla viva. Pode imaginar que apanhou sol no diafragma e que ele está brilhando gloriosamente lá dentro. Sua luz se irradia a todo o centro do seu corpo, na frente e atrás. Sinta a propriedade energizante dessa cor.
- Durante um minuto, exale-a no centro umbilical toda vez que expirar, então pare e relaxe.

Colorindo o centro cardíaco

- Agora preste atenção no centro cardíaco. Ele fica na região do peito, essencialmente entre as omoplatas e a base da caixa torácica. Ao se concentrar nele, visualize a cor verde. Sempre que expirar, visualize a parte superior de sua cavidade torácica, na frente e atrás, enchendo-a de verde. Sinta a qualidade serena e equilibrada dessa cor.
- Durante um minuto, toda vez que expirar, exale o verde no centro cardíaco, depois pare e relaxe.
 

Colorindo o centro laríngeo

- O chakra se acha no centro da garganta, embora se possa considerar que abrange toda a região do pescoço. Com a atenção voltada para ele, visualize o azul como uma faixa de cor totalmente enrolada em seu pescoço, do alto dos ombros até a base da cabeça. Pense num belo azul-marinho.
- Toda vez que expirar encha o centro laríngeo desse calmo e sereno azul.
- Assim, exale-o no centro laríngeo durante um minuto, então, pare e relaxe.
 

Colorindo o centro frontal

- O próximo centro energético fica entre as sobrancelhas, por isso também é conhecido como o chacra do terceiro olho. Sempre que expirar, imagine o espaço entre seus olhos enchendo-se da cor índigo.
- Desse modo, exale-a no centro frontal durante um minuto, depois pare e relaxe.
 

Colorindo o centro coronal

- Por fim, concentrando-se no centro coronal, no alto da cabeça, visualize-se enchendo-o de uma bonita cor violeta. Ao expirar, exale o violeta nas mil pétalas do centro coronal.
- Depois de fazer isso durante um minuto, pare e relaxe.

Isto completa o exercício de colorir os centros energéticos. (...) Continue respirando calmamente pelo nariz. Se quiser, pode inverter o exercício, descendo a coluna de chakras e visualizando uma vez mas as cores docoronal, do frontal, do laríngeo, do cardíaco, do esplênico, do sacral e do básico, nesta ordem.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Andando por aí...


"Um homem ρrecisα viαjαr. ρor sυα contα, não ρor meio de históriαs, imαgens, livros oυ TV. ρrecisα viαjαr ρor si, com seυs olhos e ρés, ραrα entender o qυe é seυ. Pαrα υm diα ρlαntαr αs sυαs árvores e dαr-lhes vαlor. Conhecer o frio ραrα desfrυtαr o cαlor. E o oρosto. Sentir α distânciα e o desαbrigo ραrα estαr bem sob o ρróρrio teto. Um homem ρrecisα viαjαr ραrα lυgαres qυe não conhece ραrα qυebrαr essα αrrogânciα qυe nos fαz ver o mυndo como o imαginαmos, e não simρlesmente como é oυ ρode ser; qυe nos fαz ρrofessores e doυtores do qυe não vimos, qυαndo deveríαmos ser αlυnos, e simρlesmente ir ver." - Amyr Klink - Mar Sem Fim

Meu Eu astrológico



Principal Característica: sentimento
Qualidade: empatia, sensibilidade
Defeito: possessividade, apego ao passado, flutuabilidade

Câncer é o signo regido pela Lua, símbolo das mulheres, do sentimento, da mutalibilidade e do feminino.
“A ti Câncer, atribuo a tarefa de ensinar aos homens a emoção. Minha Idéia é que provoques neles risos e lágrimas, de modo que tudo o que eles vejam e sintam desenvolva uma plenitude desde dentro. Para isso, Eu te dou o Dom da Família, para que tua plenitude possa se multiplicar.”