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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Experiência surpreendente e marcante...



Agradecimento aos Deuses pela força e equilíbrio! Cansada, mas feliz ! 

" Eu sou a Deusa, 
dos dez mil nomes
Infinitas possibilidades...

Todos os poderes Dela são meus...
Todos os poderes Dela estão em mim!"

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Hummmmmmm...




Muitas decisões pra tomar em pouco tempo...Muitos sentimentos me rondando ao mesmo tempo...medo...de fazer o que é certo..de fazer o que é certo de maneira errada...medo...de não fazer nada! Dúvidas sobre tudo e sobre um monte de gente...dúvida sobre minhas decisões...e também sobre minhas indecisões! Confusa...com o que sei e com o que não sei...Muitas perguntas... muitas respostas... e nenhuma se completa...Aiaiaiai...não sei o que fazer! Vou dormir...Quem sabe não acordo mais tarde com pelo menos uma pergunta respondida??? Quem sabe....

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Os símbolos - Ankh






Significado Geral: Vida, Fertilidade, Iniciação, Poder criativo, Reencarnação e Restauração.

Etimologia: (em pesquisa) Palavra egípcia para “vida”. No ocidente é conhecida como Cruz Ansata.

Descrição: Uma cruz que possui sua extremidade superior em forma de um arco circular.

Tempo e Espaço: É um milenar símbolo egípcio, usado por faraós, Sacerdotes e nobres dos mais diferentes lugares. Era usado em: sarcófagos, paredes, roupas, instrumentos e adornos. Tornou-se um símbolo muito utilizado e conhecido a partir da década de 70 com a criação dos movimentos New Age e passou a ser usado nos mais diferentes lugares do planeta.

Alquimia e Ocultismo: É um símbolo muito usado para representar o processo de caminhada do adepto até a iniciação. O caminho é marcado pelo equilíbrio e pela transformação obtida através da morte, onde o adepto é lapidado e retorna com uma nova vida. É um símbolo muito usado em ordens como a Maçonaria e a ROSA Cruz.

Tradições (neo)Pagãs: Todos aqueles que seguem o panteão egípcio trabalham com o Ankh. As linhas horizontal e vertical (Círculo/útero e Cruz/Falo) representam a energia feminina e masculina, que são diretamente relacionadas à Ísis e Osíris, os principais DEUSES Egípcios. Desta conexão têm-se a idéia de fertilidade e poder criativo, que era atribuído às cheias do Nilo.
Além disso, é possível interpretar o arco do topo da Ankh como sendo o movimento do Deus Sol Hórus, filho de Ísis e Osíris. Dessa trindade surge o significado voltado à restauração, vida, criação, fertilidade e reencarnação. Na WICCA é encarado como um símbolo da imortalidade e do fortalecimento gerado pela conexão com o divino.

Comparativos: É um símbolo muito utilizado pelos movimentos cristãos Gnósticos, sendo encarado como símbolo da ressurreição de Cristo. Dentro de outras correntes cristãs, principalmente as ligadas a Igreja católica, tal símbolo é mal visto, devido a sua direta ligação com deidades pagãs.

Curiosidades: No Brasil, o símbolo foi utilizado como emblema da “Sociedade Alternativa” criada por Raul Seixas e Paulo Coelho, e a partir de então se tornou muito conhecido por pessoas que tinham contato com esses personagens da música e da literatura brasileira.

Outras descrições: 

Os símbolos - Ouroboros

Significado Geral: Símbolo da eternidade, da continuidade, do eterno retorno.

Etimologia: Na linguagem copta e no idioma hebreu, ouro significa Rei, e ob significa serpente. Sendo que tais expressões são uma interpretação relativamente moderna, não sendo possível analisar uma etimologia mais precisa quanto à raiz exata do termo.

Descrição: Contem os animais míticos do fogo, o Dragão ou a Serpente, num movimento circular engolindo o próprio rabo, dando a idéia de que se alimentam através de si próprios. Aparece somente com uma cor, ou o mais comum; contendo duas cores, representando a união das polaridades, feminino e masculino, claro e escuro, divino e profano e etc.

Tempo e Espaço: Os achados mais antigos deste símbolo possuem indicam mais de 3.000 anos. Foram encontrados em diferentes locais e datas com diferentes povos, dentre eles: Egípcios (Representando a Ressurreição de Rá como o Sol), entre Chineses, Nórdicos (Jormungand), Fenícios, Hindus, Gregos e outros.

Alquimia e Ocultismo: Tal símbolo é largamente utilizado, vindo seguido, na maioria dos livros, da expressão “Hen to Pan” que pode significar “o Um, o Todo” ou "Tudo é um, um é tudo". Marcando desta forma o significado de ressurreição, transmutação ígnea onde o adepto morre e renasce iniciado.

Tradições (neo)Pagãs: Simboliza o eterno retorno da alma na roda das existências. Na  Wicca pode ser utilizado para representar a roda do ano, o eterno retorno do Deus Sol, que pode ser comparado a Serpente - ser ligado ao submundo tal como o Deus, que se sacrifica e renasce constantemente num ciclo eterno.

Comparativos: Como Símbolo pré-cristão, a Serpente do Ourobos representa Sabedoria, a capacidade de enxergar e entender o universo, para a visão Cristã a Serpente é vista de forma maléfica e ligada ao inferno. O Círculo pode representar a roda do Sol, o universo e a continuidade para os pagãos e pode representar o limite entre os mundos para os Cristãos.

Curiosidades: Algumas vezes o símbolo aparece criando dois círculos contínuos (8) um acima do outro, e pode ter sido desta representação que o símbolo matemático do infinito surgiu.

  
Outras descrições:

Os símbolos - Triluna



Significado Geral: Representa os aspectos da Deusa; Virgem, Mãe e Anciã.

Etimologia: Tri / Três; Luna / Lua.

Descrição: Desenhos de uma lua crescente ligada a uma lua cheia e a uma lua minguante, lado a lado.

Tempo e Espaço: Este símbolo começou a ser utilizado com o surgimento da Wicca e das correntes New Age e neopagãs, e não possui relatos muito significativos entre povos antigos. Os antigos povos que adoravam deusas lunares comumente desenhavam círculos ou semicírculos (meia luas) como alusão a lua, mas não exatamente da forma como a triluna.

Alquimia e Ocultismo: Não tem uso conhecido.

Tradições (neo)Pagãs: É um símbolo próprio da religião Wicca e atualmente muito usado pelas correntes neopagãs para simbolizar a polaridade feminina, tida como grande mãe, e seus aspectos de transformação em relação à lua, Virgem-lua crescente; Mãe – Lua Cheia e Anciã – Lua Negra. Serve como símbolo da Deusa e como um evocador de bênçãos da mesma.

Comparativos: Não existe o uso da triluna por parte de igrejas ou grupos cristãos, apenas no oriente é possível perceber alguns símbolos parecidos que são usados em festivais, mas nada específico.

Curiosidades: Este símbolo é muito utilizado em tatuagens por meio dos adeptos do Neopaganismo e da Wicca, e nos rituais de Esbbath é comuns que a(s) sacerdotisa(s) coloquem arcos com este símbolo na cabeça, para que ele fique posicionado na testa delas, representando assim o poder feminino da Deusa que as preenche.




Outras descrições:
Imagens de BRUXAS (Português)

Créditos: www.oldreligion.com.br

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Os símbolos - Triskele



Significado Geral: Força, Proteção e Triplicidade de todas as coisas.

Descrição: Uma espécie de estrela de três pontas inserida em um círculo, ou três espirais “com pernas” ligadas de forma triangular dando idéia de movimento. Possui diversas variações dentro da arte de “trançar” dos povos celtas.

Tempo e Espaço: Tem sua origem ligada aos povos indo-europeus (que deram origem aos Celtas e Nórdicos), tendo achados arqueológicos que lhe remetem uma idade superior a 5.000 anos (3.000 a. C). Entre os celtas era um símbolo diretamente ligado ao fluxo das estações, já que eles, só contavam três (3); Primavera, Verão e Inverno. Alguns estudiosos definem que os povos celtas de algumas regiões acreditavam em somente 3 elementos: O Céu (ar), A Terra(terra e fogo) e o Mar (água). Tudo isso comprova a tese de que os Celtas consideravam o três como sendo um número sagrado. Atualmente as Igrejas Irlandesas Cristãs utilizam muito dos símbolos celtas sincretizados a conceitos cristãos no intuito de preservar parte das raízes históricas, culturais e religiosas da Irlanda.

Alquimia e Ocultismo: Não é citado ou comumente utilizado por grupos conhecidos, tendo, no máximo, algumas corruptelas de seus desenhos inseridas devido ao simbolismo triplo também presente nos meios ocultistas.

Tradições (neo)Pagãs: Está diretamente ligado as energias tríplices, tais como magnetismo, eletricidade e neutralidade. A planos de existência; físico, mental e espiritual. A aspectos familiares; Pai, Mãe e Filhos. A processos da existência; Vida, Morte e Renascimento e entre a grande maioria das religiosidades e tradições, principalmente as ligadas a Wicca, representa os aspectos da Deusa; Virgem, Mãe e Anciã, tendo na conexão ou no círculo o quarto aspecto, a ceifadora. Sendo assim um símbolo de poder e exaltação da Grande Mãe.

Comparativos: Para os pagãos é um símbolo de continuidade, de fluxo das estações e da Grande Mãe, para os Cristãos é um símbolo do poder de Deus e da Trindade.

Curiosidades: É um dos símbolos mais utilizados para se fazer tattoos tribais, e apesar de muitos o utilizarem por seus significados religiosos boa parte das pessoas inserem tal símbolo somente por sua beleza.

Outras descrições:
Alternative Religions (Inglês)


Créditos: www.oldreligion.com.br

Os símbolos - Círculo




Significado Geral: Proteção, Estabilidade, Perfeição, Renovação e Fluxo Energético.

Descrição: Um círculo!

Tempo e Espaço: Não se sabe com exatidão quando os povos começaram a utilizar círculos em celebrações, rituais ou eventos. É possível encontrar nos mais diferentes locais do mundo, figuras circulares e adornos circulares que de algum modo sempre estavam ligados à cultura religiosa e ‘mística’ dos povos. Monumentos megalíticos, como o Stonenhege, são clássicos exemplos da criação de espaços circulares sagrados, que ao que tudo indica, eram utilizados para rituais religiosos e funerários.

Alquimia e Ocultismo: Nas diferentes correntes e grupos que trabalham com o que podemos chamar de “ocultismo” o círculo é um símbolo do poder criativo do universo, ele não tem inicio, não tem fim e tampouco um elo fraco. Desta maneira o círculo é visto como um símbolo de perfeição, de continuidade e que representa diretamente o processo cíclico da vida. Normalmente o círculo não aparece sozinho, mas formando um outro símbolo, dando a ele um maior significado.

Tradições (neo)Pagãs: Dentro das tradições atuais, o círculo, além de possuir todo o significado descrito quanto ao ocultismo, também representa a fortaleza das práticas religiosas. Na Religião Wicca um círculo é traçado no chão de forma que todos os membros da celebração fiquem inseridos nele, tal representação é embutida do poder energético dos sacerdotes para proteger os participantes de energias e seres externos ao ritual, e também tem a função de estabilizar, gerar fluxo e ampliar o poder gerado no espaço sagrado.
Muitas tradições pagãs não traçam o círculo ritualístico, ou círculo mágicko como ficou mais conhecido, essa prática é mais comum em grupos ocultistas, cerimonialistas e na Wicca. Porém, mesmo sem traçar diretamente o círculo, eles normalmente executam seus rituais em clareiras circulares e tendem a organizar-se em círculo durante as celebrações.

Comparativos: Existem práticas cristãs de elevação de bênçãos e orações que são normalmente ministradas por sacerdotes ou devotas, onde as pessoas se organizam em círculos dando as mãos e soltando somente quando percebem chegar ao ápice das entoações religiosas. Tal trabalho de elevação das orações pode facilmente ser comparado à elevação do cone de poder na Wicca, onde ao alcançar o ápice da geração de poder (energia) os membros do grupo se “libertam” do fluxo, e algumas vezes se jogam ao chão como sinônimo de conclusão da atividade e para restaurar as energias através do aterramento. 

Curiosidades: Praticamente todos os símbolos possuem formas circulares, os povos celtas tinham como característica de suas artes fazer complexos desenhos circulares em formas de espirais. Na Wicca o círculo também representa a Deusa em seu aspecto de Mãe, fazendo com que, ao entrar num circulo mágicko o adepto esteja penetrando no útero da Deusa e sendo guiado aos seus mistérios universais.

Outras descrições:

“O círculo, por outro lado representa a totalidade. Tudo dentro do círculo é uma coisa só, circundada e limitada. Esse seria o aspecto espacial. Mas o aspecto temporal do círculo é que você parte, vai a algum lugar e sempre retorna. O universo é o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. O circulo sugere imediatamente uma totalidade completa, quer no tempo, quer no espaço”.
(Campbell, Joseph – O poder do mito. São Paulo: Palas Athena, 1990 p.225-226)




Créditos: www.oldreligion.com.br