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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O que é melhor: fazer amor ou fazer sexo? Pense bem, heim?



Há um tempinho que queria escrever sobre isso, mas como cheguei à pouco tempo nesse mundo blogueiro de ser e estava  ainda me adaptando a tudo isso, esperei.

No início de novembro estava acampando em Barra de Guaratiba e conversando com dois amigos, começamos a falar sobre os termos que as pessoas dão ao sexo...Umas chamam de "fazer amor", transar e enfim, cada um que chame do que quiser, mas o fato é que começamos a debater se existe diferença entre "fazer amor" e fazer sexo.

Sinceramente??? Nenhuma!!! "Fazer amor" é fazer sexo! Hááááá! Amiga, é a mesma coisa sim...Sei que as pessoas gostam de nomear assim pra diferir o relacionamento sexual com quem amam e com quem não amam, mas veja bem: O amor não é definitivamente imprescindível no momento do sexo. Quantas pessoas por aí, homens e mulheres, fazem sexo sem se amarem?

Sei que temos a mania de colorir tudo de rosa e encher de flores os jardins de nossa imaginação, mas amor é amor e sexo é sexo. Os dois podem se misturar sim, mas não necessariamente precisam estar juntos.

Vai aí um pequeno trecho de um texto magnífico de Arnaldo Jabor sobre a questão:

"...O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo." 
Hahahahaaaaa...concordo com tudo!

Sexo é sexo...você pode chamá-lo de maneira mais romântica e dizer que faz amor...pode chamá-lo de maneira mais moderna e dizer que transa..mas, meu amor é tudo sexo de qualquer forma!!!

E sabe o que mais? O importante é ser bom, gostoso, intenso, prazeiroso...o resto é resto, até mesmo como chamamos...E olha que tem gente que popularmente chama o sexo de cada maneira! Tem uns que dizem que querem afogar o ganso...tadinho do ganso!!! kkkkkkkkkkk

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